Total de farmácias com testes rápidos comparticipados cresce para 406

O regime excecional prevê que cada pessoa possa realizar quatro testes rápidos por mês totalmente comparticipados desde que ainda não tenham certificado de vacinação completa ou um certificado que ateste que recuperaram da doença.

Eduardo Lopes/Lusa

O total de farmácias em Portugal continental que realizam testes rápidos de antigénio de despiste à Covid-19 comparticipados é agora de 406, de acordo com a atualização publicada na página oficial do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A lista, que pode ser consultada no endereço https://www.infarmed.pt/web/infarmed/testes-covid-19#mapainterativo, é pesquisável através de uma lista ou pela consulta de um mapa interativo, que mostra a dispersão territorial das farmácias aderentes no continente, muito concentradas na faixa litoral entre Lisboa e Viana do Castelo.

Além das farmácias, há também agora 104 laboratórios onde estes testes também podem ser realizados, consultáveis no mesmo endereço.

O Governo publicou no final de junho uma portaria de estabelece um regime excecional de comparticipação de testes rápidos de antigénio como forma de combate ao crescimento da pandemia de Covid-19 em Portugal.

O regime excecional prevê que cada pessoa possa realizar quatro testes rápidos por mês totalmente comparticipados desde que ainda não tenham certificado de vacinação completa ou um certificado que ateste que recuperaram da doença.

O certificado de vacinação, de recuperação da doença ou de teste negativo passou a ser uma exigência para aceder a espaços como restaurantes ou hotéis.

A pandemia de Covid-19 provocou pelo menos 4.139.040 mortos em todo o mundo, entre mais de 192,5 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram 17.264 pessoas e foram registados 947.038 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

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