PremiumBES: Venezuela exige dois mil milhões ao Fundo de Resolução

A reclamação de créditos pela petrolífera estatal venezuelana PDVSA refere-se à compra de papel comercial e obrigações, bem como dinheito em contas à ordem do BES.

A empresa Petróleos da Venezuela (PDVSA) exige o pagamento de mais de dois mil milhões de euros referentes à compra de papel comercial ao Fundo de Resolução (FdR), entidade que pagará aos credores comuns 31,7% das perdas do BES.

A reclamação de créditos  refere-se à compra de papel comercial e obrigações, bem como dinheito em contas à ordem. E foi entregue à comissão liquidatária do BES, na passada sexta-feira, 8 de março, último dia do prazo para os “lesados” reclamarem os seus créditos em sede de liquidação.

Esta notícia pode ser lida na sua totalidade na edição desta semana do Jornal Económico (acesso pago).

“A PDVSA e as suas filiais portuguesas PDV Europa e Petrovenez Portugal, reclamaram créditos no valor superior a dois mil milhões de euros, no âmbito do processo de liquidação de património do BES”, revelou ao Jornal Económico Miguel Matias, advogado da petrolífera venezuelana, no âmbito do processo de reclamação que surge quatro anos e meio depois da intervenção no banco que foi liderado por Ricardo Salgado.

 

Relacionadas

PremiumPetróleos da Venezuela exige dois mil milhões de euros ao Fundo de Resolução

Petróleos da Venezuela e subsidárias portuguesas reclamam créditos em sede de liquidação do BES. Valores referem-se a aplicações e depósitos.
Recomendadas

BCP emite 450 milhões de dívida subordinada e paga 3,871%

A emissão, no montante de 450 milhões de euros, terá um prazo de 10,5 anos, com opção de reembolso antecipado pelo Millennium BCP no final de 5,5 anos, e uma taxa de juro de 3,871%, ao ano, durante os primeiros 5,5 anos.

Facebook suspende “dezenas de milhares” de aplicações por falhas na privacidade

A sua suspensão “não é necessariamente uma indicação de que as aplicações eram uma ameaça às pessoas”, ressalva a rede social.

TAP regista prejuízos de 120 milhões no primeiro semestre

Quebra nas receitas com o Brasil e aumento de custos de pessoal foram alguns dos motivos que geraram este resultado negativo.
Comentários