Vento está a condicionar algum movimento no Aeroporto da Madeira

Os voos da Lufthansa e da easyJet divergiram para o aeroporto do Porto Santo.

O vento está a condicionar hoje o movimento no Aeroporto Internacional da Madeira – Cristiano Ronaldo, tendo quatro aeronaves divergido para outros destinos, revela a página da infraestrutura aeroportuária da ilha.

Segundo a informação disponibilizada, o último avião que conseguiu aterrar foi uma ligação da easyJet, proveniente de Lisboa às 13:43.

Cerca das 16:20, a página da Aeroporto da Madeira indicava que esta situação meteorológica afetara voos da Lufthansa com origem em Frankfurt, dois da easyJet provenientes de Lisboa e de Gatwick (Londres) e ainda um avião da Binter Canárias oriundo de Tenerife.

Os voos da Lufthansa e da easyJet divergiram para o aeroporto do Porto Santo.

Aproveitando o que é conhecido por “aberta” na velocidade do vento, um avião da easyJet do Porto conseguiu aterrar às 16:14.

As previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) indicam para hoje períodos de céu muito nublado, sendo com pouca nebulosidade nas vertentes sul da Madeira.

O vento é previsto ser fraco a moderado de nordeste, “soprando por vezes forte, com rajadas até os 60 quilómetros/hora nos extremos leste e oeste.

O IPMA complementa que será moderado a forte, com rajadas até 70 quilómetros/hora nas terras altas.

Recomendadas

Funchal: Coligação Confiança garante construção de 202 novas habitações sociais

O cabeça de lista da Coligação Confiança referiu que gostaria que o Funchal também tivesse acesso às verbas do Plano de Recuperação e Resiliência, destinadas à construção de habitação social.

Madeira: PSD apresenta proposta na AR para alterar Estatuto dos Benefícios Fiscais para alargar admissibilidade de novas entidades no CINM até 2023

De acordo com este Estatuto as entidades licenciadas para operar na Zona Franca da Madeira são tributadas em IRC à taxa de 5%.

Saiba qual a ligação entre o pré-aviso e a prática comercial desleal dos Serviços Públicos Essenciais

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) afirma que nada inibe os comercializadores de enviarem aos seus clientes os respetivos pré-avisos, desde que seja respeitado o disposto na lei e em regulamento, designadamente a data a partir da qual pode ocorrer a interrupção.
Comentários