Viktoria Kaufmann reparte liderança da importação da SIVA

Gestora alemã é a atual general manager da Porsche Colômbia e na transferência para Portugal não deverá acumular a área do retalho.

Viktoria Kaufmann

A gestora alemã Viktoria Kaufmann vai coliderar a SIVA, enquanto representante máxima da Porsche Holding em Portugal, depois de mais de seis anos em cargos de liderança na América Latina.

Viktoria Kaufmann vai liderar o negócio de importação da Porsche Holding Salzburg, a subsidiária da Volkswagen que chegou a acordo para comprar a SIVA à holding SAG GEST, apurou o Jornal Económico junto de fonte próxima ao processo. Pedro Almeida, o homem forte de João Pereira Coutinho na SIVA, vai manter-se na administração.

Nascida em Rosenthal, na Alemanha, Vicktoria Kaufmann chega a Portugal depois de ter desempenhado cargos de chefia nas subsidiárias da Porsche na América Latina, empresa para a qual trabalha desde 2009. De acordo com a sua página do LinkedIn – onde consta que ainda é general manager da Porsche Colômbia – , esteve mais de três anos no Chile, onde foi gerente comercial e liderou o departamento de controlo de gestão, tendo depois sido destacada para a Colômbia.

Em Bogotá, a capital colombiana, liderou a importação para o mercado local dos carros da Volkswagen, Audi, Seat e Skoda. Segundo apurou o Jornal Económico, serão estas as funções que Viktoria Kaufmann deverá desempenhar em Lisboa, podendo acumular toda a área administrativa da SIVA. No entanto, não deverá gerir diretamente o retalho, desenvolvido pela concessionária Soauto, pois tradicionalmente a Porsche separa esse negócio da importação.

A adaptação à realidade portuguesa não deverá ser difícil, uma vez que a gestora alemã fala espanhol na perfeição.

Depois de um longo processo negocial, a Comissão Europeia deu luz verde à compra da SIVA pela empresa austríaca Porsche no final de julho de 2019. Em maio, a imprensa germânica noticiou que a Porsche queria assumir o controlo da SIVA até ao final do ano, dias depois de a SAG ter comunicado ao mercado que tinha chegado a acordo para a vender a SIVA à empresa austríaca, num negócio que também teve o consentimento dos bancos credores das empresas de João Pereira Coutinho, o BCP, o BPI e a CGD.

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