A inflação voltou a descer em Portugal em março, ficando em 1,9% em termos homólogos, uma queda de 0,5 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior e o valor mais baixo desde agosto. A energia registou uma variação nula e a componente alimentar até acelerou, mas o indicador subjacente caiu de forma assinalável.
A estimativa rápida lançada pelo INE esta segunda-feira aponta para uma inflação de 1,9% em março, ou seja, abaixo dos 2,4% registados no mês anterior à boleia de uma desaceleração considerável do lado da energia. Esta componente passou de uma subida de 1,5% em fevereiro para uma variação nula em março, ajudando à descida do indicador nominal. Já os bens alimentares aceleraram de 2,4% para 2,8%.
Ignorando estas duas categorias, a inflação subjacente registou uma queda assinalável e ainda maior do que a nominal, recuando 0,6 p.p. para 1,9%. A confirmar-se, é a leitura mais baixa deste subindicador desde agosto do ano passado.
Em cadeia, a inflação de março terá sido de 1,4%, um valor acima da queda de 0,1% registada em fevereiro e o valor mais alto do último ano.
Com esta leitura, o INE estima uma variação média nos últimos doze meses de 2,4%, ou seja, um decréscimo de 0,1 p.p. em relação ao mês anterior.
[notícia atualizada às 11h25]
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