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Marcelo e Montenegro saúdam acordo de paz entre Israel e Hamas

O acordo entre Israel e Hamas, que foi estabelecido na noite de quarta-feira, inclui um cessar-fogo na Faixa de Gaza e a libertação de reféns.
Montenegro Marcelo
Estela Silva/Lusa
9 Outubro 2025, 09h46

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o primeiro-ministro, Luís Montenegro, saudaram o acordo que existiu na noite de quarta-feira entre Israel e o Hamas, em que ambas as partes deram o ‘sim’ a um cessar-fogo na Faixa de Gaza e à libertação de reféns.

Marcelo Rebelo de Sousa saudou o acordo que foi obtido, no Egito, na noite de quarta-feira, entre Israel e o Hamas, sobre o regresso de todos os reféns detidos pelo Hamas desde 7 de outubro de 2023, incluindo vários de nacionalidade portuguesa.

As saudações do chefe de Estado português estenderam-se também ao estabelecimento de um cessar-fogo em Gaza, o que no entender de Marcelo Rebelo de Sousa “permite o fim da destruição e das mortes de civis e a distribuição urgente de ajuda humanitária”.

Marcelo disse ainda, no site oficial da Presidência da República Portuguesa, que esta primeiro passo das negociações que estão em curso, na sequência da iniciativa do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do acolhimento de todas as partes envolvidas, designadamente Estados Unidos da América, Israel, Autoridade Palestiniana, Egito, Qatar e Turquia, “deverá poder conduzir a uma paz justa e duradoura assente na solução de dois Estados, Israel e Palestina, ambos reconhecidos por Portugal”.

O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, na rede social X (antigo Twitter), saudou a libertação dos reféns que “todos esperávamos há mais de dois anos e a assinatura do acordo que a permite”. O chefe de Governo português felicitou também o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “por este sucesso e por todo o empenho na obtenção da paz no Médio Oriente”, acrescentando que “com o cessar-fogo, renasce a esperança”.

Este acordo entre Israel e Hamas já foi também saudado pela União Europeia. E a isto juntou-se também França, Alemanha, e Espanha que mostraram confiança no acordo.

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