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EDP promete “defender os seus interesses” sobre impostos da venda de barragens

Num comunicado oficial divulgado hoje em reação ao desfecho da investigação do do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) conhecido na semana passada, a elétrica portuguesa afirma que “a decisão de arquivamento do processo-crime por parte do Ministério Público não consubstancia uma surpresa”, porque, no seu entendimento, o grupo “atuou em conformidade com a lei e com os padrões de mercado neste tipo de operações”.
EDP
12 Novembro 2025, 14h12

A EDP insiste que cumpriu as regras fiscais na venda das barragens do Douro em 2020 e promete “defender os seus interesses” depois de saber que o Ministério Público reclama 335,2 milhões de euros em impostos em falta.

Num comunicado oficial divulgado hoje em reação ao desfecho da investigação do do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) conhecido na semana passada, a elétrica portuguesa afirma que “a decisão de arquivamento do processo-crime por parte do Ministério Público não consubstancia uma surpresa”, porque, no seu entendimento, o grupo “atuou em conformidade com a lei e com os padrões de mercado neste tipo de operações”.

O inquérito que investigou a venda de seis centrais da elétrica portuguesa ao consórcio francês liderado pela Engie chegou ao fim no final de outubro, tendo o arquivamento sido conhecido a 05 de novembro.


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