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Metro de Lisboa vai recorrer de decisão de não fixar serviços mínimos

Para a empresa é “possível compatibilizar o exercício do direito à greve com a garantia de um nível mínimo de mobilidade segura, fiável e previsível”, refere em comunicado.
8 Dezembro 2025, 11h52

O metro de Lisboa anunciou que vai recorrer da decisão do Tribunal Arbitral, de não determinar serviços mínimos para o serviço assegurado pela empresa para o dia da greve geral, 11 de dezembro. O Metropolitano de Lisboa considera que esta medida tem um “impacto particularmente gravoso” na mobilidade dos cidadãos.

Para a empresa é “possível compatibilizar o exercício do direito à greve com a garantia de um nível mínimo de mobilidade segura, fiável e previsível”, refere em comunicado.

Assim a empresa reitera a “defesa do interesse público, da segurança dos clientes e da continuidade do serviço constituem princípios estruturantes e permanentes da sua atuação”.

A greve de dia 11 de dezembro foi convocada pela CGTP e pela UGT, para fazer face ao anteprojeto do Governo sobre a revisão à lei laboral, que está a ser debatido em concertação social.

Esta será a primeira paralisação a juntar os dois sindicatos desde 2013, e espera-se que tenha um grande impacto na saúde, educação e transportes.


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