Para os amantes de História, talvez seja um “deja vu”. Se Belmar da Costa, representante dos agentes de navegagação de Portugal (Agepor), e Ruben Eiras, secretário-geral do Fórum Oceano, tiverem razão, o porto de Sines vai sentir o impacto da normalização no Suez. Mas não é a primeira vez que o encerramento daquele canal traz benefícios à costa alentejana, e a sua reabertura amargos de boca — com as devidas distâncias, porque os contornos são agora bem diferentes.
Os livros “A grande transição da economia portuguesa”, de António Manzoni e José Félix Ribeiro, e “O Estado Novo”, assinado por este último economista, detalham a emergência e queda da chamada “vaga da Rota do Cabo”, que teve início após 1967, o ano da terceira guerra entre Israel e os países árabes.
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