Questionado pelos jornalistas sobre a abstenção, o primeiro-ministro disse que “esta é uma eleição altamente disputada e com muitos candidatos, e por isso é natural que possa haver um maior atrativo para uma maior participação”.
Sobre uma eventual segunda volta, Montenegor indicou que atendendo às perspetivas dos estudos de opinião e à quantidade e qualidade dos candidatos, “não vale a pena ignorar que provavelmente vamos encontrar-nos aqui daqui a três semanas, numa segunda volta, mas só o saberemos logo à noite”, disse em declaração aos jornalistas.
“Esta não é uma escolha indiferente para o país e para os outros órgão de soberania, e que seja um ponto de equilíbrio com uma relação de coexistência com o Governo”, indicou, em declarações à SIC Notícias.
Acrescentou que serão “cinco anos muito desafiantes, quer do ponto de vista interno e externo. Portugal é cada vez mais ouvido a nível internacional”, escusou-se a comentar a atualidade internacional para “não desviar a atenção dos portugueses” para a eleição presidencial.
Luís Montenegro indicou que vai passar o dia em Espinho mas estará em Lisboa para acompanhar a noite eleitoral.
Mais de 11 milhões de eleitores são hoje chamados a escolher o novo Presidente da República, que irá suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos, sendo 11 os candidatos aceites, um número recorde.
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