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CEO da Ryanair deixa críticas a António Costa: “Europa tem de ser mais competitiva”

Com o aumento dos custos com defesa e as tensões geopolíticas, com “Putin na Ucrânia e Trump na Casa Branca”, a Europa tem de aliviar os impostos ambientais sobre a aviação, defendeu o líder da companhia aérea celta.
Ryanair
28 Janeiro 2026, 10h11

O presidente  da Ryanair deixou esta quarta-feira críticas ao presidente do Conselho Europeu criticando a falta de ações para tornar a Europa mais competitiva.

Michael O’Leary criticava os impostos ambientais aplicados sobre as viagens aéreas na Europa, considerando que estão a impedir as famílias de viajarem mais.

“Portugal é um país periférico. Porque é que não está isento destes impostos?. Como português, o que faz o presidente do Conselho Europeu? Fica sentado a falar. Em relação à Europa, é inútil”, disse o gestor esta quarta-feira em conferência de imprensa em Lisboa.

“Devemos tornar a Europa mais competitiva e começar por abolir os impostos ambientais”, defendeu, acrescentando também a impossibilidade de travar o tráfego aéreo sobre França quando os controladores aéreos destes países fazem greve.

“Precisamos que Costa e Ursula von der Leyen façam alguma coisa”, defendeu. “A Europa precisa de ficar mais competitiva porque vamos ter que aumentar gastos com defesa”, com “Putin na Ucrânia e Trump na Casa Branca”.

O responsável apontou que o custo médio dos bilhetes na Europa fica nos 45/55 euros, abaixo dos 120 dólares de média registados nos EUA, com uma vantagem competitiva face à América do Norte.

A companhia anunciou hoje quatro novas rotas para Portugal: Faro-Varsóvia, e do Porto para Gotemburgo, Rabat e Varsóvia, criticando a impossibilidade de acrescentar mais voos no aeroporto de Lisboa.


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