Mas o PSD não está ‘virado’ para o passado e sim para o futuro, afiançou Montenegro: “Nós não estamos hoje a olhar para aquilo que aconteceu no dia 07 de novembro. Nós estamos hoje a olhar para aquilo que vai acontecer no dia 10 março”, data das eleições legislativas.
Realizado esta quinta-feira na CM Porto, o último Conselho de Ministros do Governo que agora cessa funções contou com a presença de vários ministros e secretários de Estado.
“Obviamente, apresentei a minha demissão ao senhor Presidente da República”, anunciou António Costa há um mês. Demissão do Governo é formalizada esta quinta-feira, e pelo caminho ficam as farpas entre Belém e São Bento.
O “critério decisivo” que baliza os atos de um governo demissionário é, segundo o TC, o da “estrita necessidade da sua prática”, ou seja, algo que se torne “inadiável” ou absolutamente necessário à gestão pública.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse que vai formalizar a demissão do Governo na próxima quinta-feira, dia 7 de dezembro, e apontou a dissolução do parlamento para 15 de janeiro.
O presidente do PSD defendeu hoje que as políticas do Governo da Geringonça não terminaram em 2019, mas duram até hoje, e foram más “para a vida das pessoas”.