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Empresas
FDUL

FDUL e AIMA cooperam para acelerar regularização de estudantes estrangeiros

Protocolo deverá abranger cerca de 30% dos estudantes internacionais da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e pretende reduzir constrangimentos associados à regularização da permanência em Portugal. Projeto-piloto poderá vir a ser alargado a outras Faculdades da Universidade de Lisboa.

EUA ameaçam responder se Bruxelas não limitar impacto da diretiva europeia de sustentabilidade

Num documento enviado à Comissão Europeia, a Administração norte-americana exige uma revisão substancial da aplicação da Diretiva da União Europeia sobre Devida Diligência em Sustentabilidade Empresarial. Washington considera que as regras impõem encargos desproporcionados às empresas dos EUA, violam princípios de direito internacional e avisa que poderá adotar medidas para proteger os seus interesses comerciais.

Mercado transacional português abranda ritmo de queda e soma 4,5 mil milhões até julho

Inês Amado 19:42
Em termos homólogos, o capital mobilizado até julho representa uma quebra de 20,56%. O setor de Real Estate continua a ser o mais representativo no mercado transacional português, totalizado 44 transações desde o início de 2026.

Lei para evitar prescrição de processos sobre concorrência pendentes em vigor na terça-feira

A legislação procura garantir que os processos contraordenacionais mais antigos e que ainda estão a ser julgados nos tribunais não prescrevem.

BCE aprova João Moreira Rato para presidente do conselho de administração da Pharol

Ruben Pires 15:08
A Assembleia Geral de Acionistas Extraordinária da Pharol aprovou, a 30 de julho, a eleição de João Moreira Rato para presidente do Conselho de Administração num mandato com duração até 31 de dezembro de 2028. A autorização do Banco Central Europeu (BCE) era necessária tendo em conta que João Moreira Rato ocupa a função de administrador não executivo da Caixa Geral de Depósitos (CGD).

Petrolíferas terão obtido 7,5 mil milhões de euros em lucros extraordinários na UE

A volatilidade provocada pelo conflito no Médio Oriente fez disparar os ganhos das grandes petrolíferas. A T&E estima que seis das oito empresas analisadas mais do que duplicaram os lucros na UE no segundo trimestre. A organização quer que Bruxelas tribute estes ganhos extraordinários. A receita seria canalizada para a transição energética.
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