Ao reunir princípios como a boa-fé, a transparência e a celeridade na resolução dos processos, a Carta procura evitar que a compensação das vítimas seja apenas correta do ponto de vista jurídico, mas insuficiente do ponto de vista humano. Desta forma, representa um compromisso adicional de todas as entidades envolvidas para garantir que as vítimas não ficam desamparadas em momentos de maior vulnerabilidade.