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Mundo

“A Arte da Guerra”: “Há um sentimento de que EUA e Rússia querem ver-se livres de Zelensky”

O plano de paz de 28 pontos – que é o tema único do programa desta semana – que se transformou num segundo e num terceiro plano, é uma forma de constatação de que a guerra foi ganha pela Rússia e que, nesse contexto, é a Ucrânia que tem de ceder. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.

Dublin a caminho do quinto excedente seguido

João Barros 08:00
Além do crescimento forte, a Irlanda deve ainda conseguir atingir saldos orçamentais positivos nos próximos dois anos, liderando também nesta vertente o bloco euro. A confirmar-se este cenário, Dublin conseguirá registar cinco excedentes orçamentais consecutivos, um desempenho assinalável e que supera o também elogiado trajeto português.

Venezuela: Consulados estão a disponibilizar canais de urgência para apoiar portugueses

O anúncio foi feito através de um comunicado divulgado nas redes sociais, onde, além de contactos telefónicos locais, são também indicados os contactos do Gabinete de Emergência Consular em Portugal.

‘Milagre’ económico irlandês cresce acima de 10% este ano

João Barros 20:00
O peso das multinacionais na economia irlandesa chegou a fazer soar os alarmes com as tarifas dos EUA, mas país tem resistido à tensão comercial e antecipa um crescimento nos dois dígitos. Contrasta com a estagnação que domina a Europa. Desde 2013, cresceu três vezes mais do que Portugal.

“A Arte da Guerra”: “Ucrânia? Plano é radical e aproveita a fragilidade de Zelensky”

O plano de paz de 28 pontos – que é o tema único do programa desta semana – que se transformou num segundo e num terceiro plano, é uma forma de constatação de que a guerra foi ganha pela Rússia e que, nesse contexto, é a Ucrânia que tem de ceder. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.

António Costa ao Expresso: “A UE terá que falar com a Rússia”

O Presidente do Conselho Europeu, António Costa, reconhece, em entrevista à SIC ao Expresso, que  “haverá, seguramente, um momento em que a UE também tem de falar com a Rússia. Isso é claro”. Na entrevista garantiu que “a UE respeitará aquilo que forem as decisões da Ucrânia”, em relação a “congelar a situação de facto existente”.
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