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Amesterdão vai proibir veículos de combustão a partir de 2030

Apesar de ser um país com uma grande consciência ambiental, a poluição do ar em Amesterdão está acima do recomendado pela União Europeia. O objetivo da medida é baixar estas taxas e levar as pessoas a optarem por veículos “verdes”.
4 Maio 2019, 20h15

A cidade holandesa é conhecida pelos seus transportes alternativos, nomeadamente a fluência de bicicletas que enchem a cidade. A Câmara de Amesterdão anunciou que vai proibir a circulação de veículos de combustão interna até 2030, de forma a intensificar a luta contra a poluição, noticiou o jornal espanhol ‘El Economista’.

“A poluição é um assassino silencioso, um dos principais riscos para a saúde em Amesterdão”, afirmou a conselheira de trânsito, Sharon Dijksma. Ainda que o uso das bicicletas seja generalizado nesta cidade, a poluição está acima das taxas recomendadas pela União Europeia.

O Ministério da Saúde holandês alertou que os níveis de dióxido de azoto ou nitrogénio e as emissões de partículas podem causar doenças respiratórias, e afirmou que a exposição contínua a este tipo de poluição reduz a expectativa de vida em mais de um ano.

A capital holandesa está, atualmente, à procura de formas de substituir todos os motores de combustão interna por alternativas com emissões zero, como acontece nos carros elétricos e nos movidos a hidrogénio, até ao final da próxima década.

No próximo ano, Amesterdão vai proibir os carros movidos a diesel que tenham sido construídos antes de 2005. Assim, a partir de 2020, as restrições vão aumentando de forma gradual até à expulsão completa em 2030. Como alternativa a esta medida, a cidade vai oferecer subsídios e estacionamento aos cidadãos que optarem por veículos mais sustentáveis.


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