Assembleia Legislativa da Madeira reconhece legitimidade da Assembleia Nacional e de Juan Guaidó

A ALRAM considera que não existem mais condições, nem legitimidade democrática, para que o regime socialista de Nicolás Maduro se perpetue no poder e refere um balanço realizado a 29 de janeiro deste ano que contabiliza 40 mortos, resultantes dos confrontos que se agudizaram após as manifestações de 23 de janeiro e 850 pessoas detidas, incluindo dezenas de crianças.

O Diário da República publicou esta quarta-feira uma resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira (ALRAM) que reconhece legitimidade da Assembleia Nacional da Venezuela e do seu Presidente Juan Guaidó.

A ALRAM associa-se “ao apelo para a urgente realização de eleições livres e democráticas na Venezuela, reivindicando uma posição mais firme e determinada, por parte da comunidade internacional, na restauração da Democracia e da Liberdade na Venezuela”, diz a resolução aprovada a 20 de fevereiro deste ano, em sessão plenária.

Assim, a Assembleia Legislativa da Madeira considera que perante o cenário de caos e de intensa instabilidade política, a comunidade internacional deve intensificar os seus esforços para assegurar uma transição democrática na Venezuela. Neste caso o poder seria assumido pelo Presidente da Assembleia Nacional, o único órgão legitimamente eleito, até à realização de eleições livres.

Deste modo, a ALRAM considera que não existem mais condições, nem legitimidade democrática, para que o regime socialista de Nicolás Maduro se perpetue no poder e refere um balanço realizado a 29 de janeiro deste ano que contabiliza 40 mortos, resultantes dos confrontos que se agudizaram após as manifestações de 23 de janeiro e 850 pessoas detidas, incluindo dezenas de crianças.

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