Atividade económica do Brasil cresce 1,7% em fevereiro, mais do que esperado

A atividade económica do Brasil avançou 1,70% em fevereiro em comparação com o mês anterior, um resultado melhor do que o esperado pelos analistas do mercado financeiro, informou hoje o Banco Central.

Cristo Redentor, Rio de Janeiro (Brasil)

O chamado Índice de Atividade Económica brasileiro, considerado como uma medição prévia do Produto Interno Bruto (PIB), registou, assim, a décima subida consecutiva e já se encontra nos níveis anteriores ao início da pandemia de covid-19.

Durante os dois primeiros meses do ano, aquele indicador teve um aumento acumulado de 0,23%, enquanto cresceu 0,98% em relação a fevereiro de 2020, embora nos últimos 12 meses o Índice de Atividade Económica tenha registado uma quebra acumulada de 4,02%.

O aumento de 1,70% em fevereiro excedeu as previsões dos economistas do mercado financeiro, que estimavam um aumento de 0,83%.

O Brasil terminou 2020 com uma quebra de 4,1% do PIB, o pior resultado anual desde 1996, enquanto para 2021 se prevê que cresça 3,04%, segundo especialistas consultados pelo Banco Central, o que poderia indicar o início da recuperação da maior economia da América do Sul.

Contudo, o avanço descontrolado da covid-19 ameaça reduzir essa previsão, uma vez que muitos estados brasileiros voltaram a adotar restrições de mobilidade, numa tentativa de travar o ritmo acelerado de infeções no país, que está a atravessar a sua fase mais perigosa.

Com 210 milhões de habitantes, o Brasil é o país com o segundo maior número de mortes por covid-19 no mundo desde o início da pandemia, depois dos Estados Unidos, embora seja atualmente a nação com o maior número de mortes pela doença.

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