O barril de petróleo chegou a disparar 30% para 120 dólares, mas até já recua depois de o presidente dos EUA dar a guerra por terminada e de os países mais ricos do mundo garantirem que estão dispostos a agir nos mercados para conter preços.
Arábia Saudita consegue exportar petróleo evitando o estreito de Ormuz, mas a um nível mais baixo. Sauditas cortam produção para manterem os campos a extrair.
Qatar, Iraque e Kuwait já cortaram na produção. Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita devem cortar em breve porque já não têm espaço para armazenar petróleo. Os países do G7 reúnem-se hoje para debater a injeção de reservas de petróleo no mercado, uma ideia já apoiada pelos EUA.
Guerra no Médio Oriente provoca recordes na subida do gasóleo. Governo aprovou desconto de 3,5 cêntimos para uma subida de 23,5 cêntimos. Famílias e empresas veem custos a disparar.
Energia, baterias, inteligência artificial. E mais. Sines está a ser muito procurada por investidores. São mais de 25 mil milhões de euros previstos, em projetos de 53 empresas, de 10 países. Vão criar 4.500 postos de trabalho.