PremiumBancos centrais afastam receios da Evergrande

Mercados penalizados pela Evergrande no início da semana, recuperam com adiamento do ‘tapering’ pela Reserva Federal dos EUA.

O início da semana começou com um sell-off nos mercados acionistas penalizados pelo agudizar das dificuldades de solvabilidade da Evergrande, uma das maiores promotoras imobiliárias chinesas. Todavia, na quarta-feira os mercados recuperaram depois de a Evergrande referir que honraria os seus compromissos financeiros que expirariam esta semana e realizaria alguns pagamentos de juros, impulsionando as ações da Evergrande cotadas em Frankfurt que subiram 41% após terem atingido mínimos de vários anos na sessão anterior de terça-feira.

Os principais índices de ações globais acabaram por ser também impulsionados na segunda metade da semana pelo adiamento das conversações, no seio da Reserva Federal dos EUA, quanto à altura mais adequada para iniciarem a redução da compra de ativos de 120 mil milhões de dólares mensais, 80 mil milhões de títulos da dívida do tesouro norte-americano e 40 mil milhões de títulos garantidos por hipotecas (MBS, Mortgages Backed Securities).

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

PremiumMara estreia-se na música com o single ‘Severa’

A artista está a compor um álbum, focado na sua experiência de vida, que espera ter pronto até ao final deste ano e poder lançá-lo no início de 2022. O seu desejo é poder fazer o seu primeiro concerto no verão do próximo ano.

PremiumDavid Card: o Nobel da Economia com preocupações sociais

David Card estava em casa quando lhe ligaram a dizer que tinha ganho o Prémio Nobel. Vestindo um casual roupão, foi fotografado pela sua mulher, Cynthia Gessele, enquanto era entrevistado ao telefone pelo site oficial dos galardões suecos, o www.nobelprize.org.

PremiumCastelhana Real Estate diz que vai “continuar a ter projetos para clientes ‘golden visa'”

Patrícia Clímaco, CEO da mediadora imobiliária, afirma ao Jornal Económico que acredita que o fim deste regime não vai condicionar o mercado no Porto, mas que poderão haver “repercussões” no segmento prime em Lisboa.
Comentários