Candidatos presidenciais madeirenses têm conseguido segundo lugar na região autónoma

Edgar Silva e José Manuel Coelho conquistaram grande parte do eleitorado madeirense nas duas últimas eleições presidenciais. Desta vez não há nenhum candidato que tenha uma ligação à região autónoma.

Edgar Silva, líder dos comunistas madeirenses

As últimas duas eleições presidenciais ficaram marcadas na região autónoma da Madeira pelo peso muito elevado dos votos em candidatos madeirenses que foram os segundos mais votados, contribuindo para que Marcelo Rebelo de Sousa tenha ficado pouco acima dos 50% em 2016 e Cavaco Silva nem tenha conseguido chegar a essa fasquia em 2011. Para isso contribuíram as votações de Edgar Silva, apoiado pela CDU há cinco anos, que obteve 19,7% dos votos válidos na região autónoma, e de José Manuel Coelho, do Partido Trabalhista Português, que ficou perto de ser o mais votado há dez anos, com 39,01% do total e pouco menos de seis mil votos de Cavaco Silva.

O antigo padre católico Edgar Silva, deputado regional eleito pela CDU, só conseguiu 183.009 votos e 3,95% do total nacional em 2016, mas foi o segundo mais votado na região autónoma, com 22.414 votos e 19,70%.

Por seu lado, o deputado regional José Manuel Coelho garantiu 188.912 votos em 2006 e 4,5% a nível nacional em 2011, mas nos 11 concelhos da Madeira e Porto Santo chegou a 46.247 votos, o que correspondeu a 39,01% do total.

Recomendadas

Covid-19: PCP quer apoios a 100% para pais “imediatamante e com efeitos retroativos”

Intervindo numa sessão pública, em Lisboa, Jerónimo de Sousa lamentou que “PS, PSD e CDS-PP” tenham rejeitado na Assembleia da República a proposta do PCP que previa “o pagamento do salário a 100% a quem está em assistência a filhos até aos 16 anos, enquanto as escolas se mantiverem encerradas”, devido à pandemia de Covid-19.
catarina_martins_oe_2020

Covid-19: Catarina Martins faz um apelo a Costa para que estenda já as moratórias

“Deixo aqui hoje este apelo a António Costa: não espere que seja tarde demais, não espere pelo início dos despejos e das falências. As moratórias têm de ser estendidas já”, num comício maioritariamente virtual que assinalou o encerramento da conferência autárquica online e os 22 anos do BE, que comemora no domingo a sua fundação.

Covid-19: Uma centena de manifestantes anticonfinamento em Lisboa

À Lusa, o comissário Santos, da PSP, referiu que a concentração, promovida pelo Movimento Habeas Corpus, associado aos Juristas pela Verdade, chegou a reunir “cerca de cem pessoas”, por volta das 13h00, e que há meia hora estariam ainda 35 manifestantes no local.
Comentários