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Como reinventar a sala de cinema

À boleia de um aniversário, os 50 anos do Cinema Nimas, em Lisboa, e do “prazer enorme” que é programar uma sala de cinema, o produtor Paulo Branco discorre sobre o vício da cinefilia num grande ecrã.
31 Outubro 2025, 16h00

Não falámos sobre paraísos, artificiais ou outros, nem sobre potenciais infernos. Até porque o nosso interlocutor não se revê nessa dualidade de caminhos. Manoel de Oliveira surgiu cedo na conversa. Ele que dizia preferir “o paraíso pelo clima e o inferno pelas companhias”. Mas antes de estendermos o tapete da cinefilia, vamos tentar traçar o retrato de alguém que é, talvez, mais conhecido como produtor, faceta a que soma a de distribuidor/exibidor e o gozo cinéfilo que é programar uma sala.
Paulo Branco nasceu em 1950. Passou a infância em Alcochete, numa altura em que os cavalos ainda eram um meio de transporte importante.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia a versão completa aqui. Edição do Jornal Económico de 31 de outubro.


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