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Confagri desafia parlamento português a ter voz ativa sobre nova PAC

Nuno Serra, secretário-geral da Confagri, lançou o desafio para que “os grupos parlamentares não se demitam de ter uma voz ativa na opção que Portugal irá assumir relativamente à proposta da PAC”.
6 Fevereiro 2026, 16h34

A Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal (Confagri) alertou, esta sexta-feira, os vários grupos parlamentares para a situação lesiva que proposta da proposta da Política Agrícola Comum (PAC) pós-27 representa para o setor agroalimentar.

Nuno Serra, secretário-geral da Confagri, lançou o desafio para que “os grupos parlamentares não se demitam de ter uma voz ativa na opção que Portugal irá assumir relativamente à proposta da PAC”, sublinhando que “sem uma posição forte e consensual em defesa do nosso setor, Portugal poderá ficar irremediavelmente para trás na corrida pela competitividade”.

Assim, , a Confagri defende a “necessidade urgente de um alinhamento estratégico entre as entidades representativas do setor, o Parlamento Nacional e o Governo Português, de modo a salvaguardar a competitividade, a coesão e a sustentabilidade da agricultura nacional no quadro europeu e mundial”.

A Confragi já tinha criticado em julho a proposta apresentada pela CE para a PAC 2028-2034, tendo dito, então, que era um desrespeito pelos agricultores europeus.

 

 

 


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