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Cotrim de Figueiredo: “É óbvio que não quero André Ventura como Presidente da República”

Em causa estão as afirmações feitas esta manhã, durante uma ação de campanha no Fundão, pelo antigo presidente da Iniciativa Liberal (IL). Também durante a tarde, Cotrim de Figueiredo negou uma acusação de assédio sexual que está ser alvo: “Absolutamente falso”.
12 Janeiro 2026, 18h18

“Eu disse que votaria André Ventura? Não disse. Fui pouco claro, assumo. Eu gosto de responder sempre às perguntas dos jornalistas. O que eu disse é que não me comprometia com o apoio a nenhum candidato na segunda volta. É óbvio que não quero André Ventura como Presidente da República. Eu acredito que quem vai à segunda volta somos nós. A nossa campanha otimista representa a esperança num futuro melhor para a democracia portuguesa. Seguimos juntos rumo à segunda volta!”, lê-se numa publicação feita por João Cotrim de Figueiredo nas redes sociais da sua candidatura presidencial.

Em causa estão as afirmações feitas durante a manhã desta segunda-feira, durante uma ação de campanha no Fundão, pelo antigo presidente da Iniciativa Liberal (IL). “Não excluo qualquer candidato. O André Ventura dos últimos quatro dias eu ainda não conheci. Quer dizer que se moderou o discurso e parece um político diferente. Teria de fazer essa reflexão”, afirmou Cotrim Figueiredo, citado pela Rádio Renascença.

Cotrim nega acusação de assédio sexual: “Absolutamente falso”

O ex-dirigente da IL pronunciou-se esta tarde sobre as acusações recentes de assédio de que está a ser alvo, rejeitando categoricamente as denúncias feitas por uma antiga assessora.

“É uma acusão falsa e irei até ao fim para saber onde esta mentira apareceu. Estou de consciência absolutamente tranquila”, afirmou em declarações aos jornalistas.

“Há política, há política suja e depois há isto que é absolutamente inadmissível, que não percebo como é que em Portugal ainda há gente que acha que consegue fazer política desta maneira”, afirmou aos órgãos de comunicação presentes na ação de campanha. Cotrim acrescentou que o caso “será decidido em tribunal”.

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