Muitos consumidores só percebem o verdadeiro custo de um crédito quando já é tarde. Há prestações que pesam mais do que o previsto, comissões que não estavam bem explicadas e taxas que encarecem o valor total sem se dar por isso.
No Portal da Queixa, surgem reclamações frequentes relacionadas com crédito pessoal e ao consumo: problemas com taxas inesperadas, contratos pouco claros, atrasos na resposta ou litígios não resolvidos. Esses casos mostram algo que muitas vezes se subestima. Contratar crédito é mais do que aceitar parcelas; é assumir uma responsabilidade financeira.
Por isso, antes de avançar, vale a pena dar um passo atrás e perceber o que está realmente em causa.
Crédito ao consumo: conhece os detalhes que fazem a diferença?
Como garantir que está a tomar uma boa decisão?
1. Calcule sua “taxa de esforço”
Considere todas as suas despesas fixas e quanto sobraria para pagar a prestação. A prestação não deve comprometer grande parte do seu orçamento. Antes de pedir crédito, analise o seu orçamento. Quanto sobra ao fim do mês? A nova prestação cabe aí, com folga?
Em suma o crédito deve ajudar, não complicar, pedir dinheiro emprestado pode ser uma solução, mas só é boa quando é bem pensada. Não é apenas uma questão de poder pagar, é saber exatamente quanto, a quem e em que condições.
A literacia financeira não é um luxo. É uma proteção real para que o que parece simples não se torne um problema a longo prazo.
Antes de assinar, questione, simule e compare. Um crédito mal pensado pode comprometer a sua estabilidade financeira durante anos.
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