“Não existe qualquer discussão com o governo dos Estados Unidos, à exceção de contactos técnicos no domínio migratório”, assegurou Díaz-Canel nas redes sociais, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Trump disse no domingo que estavam em curso discussões entre os Estados Unidos e Cuba.
“Estamos a discutir com Cuba”, disse Trump, que aumentou nos últimos dias a pressão sobre o regime comunista de Havana, sobretudo depois da operação em 03 de janeiro em Caracas para capturar o ex-presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Trump avisou mesmo que Cuba devia alcançar um acordo antes que fosse demasiado tarde.
“Como a história demonstra, as relações entre os Estados Unidos e Cuba, para que avancem, devem basear-se no Direito Internacional em vez da hostilidade, da ameaça e da coerção económica”, escreveu Díaz-Canel, também citado pela agência espanhola EFE.
Díaz-Canel disse que Cuba estava disposta “a manter um diálogo sério e responsável” com a atual administração norte-americana com base na igualdade de soberania e no respeito mútuo.
Também segundo os “princípios de Direito Internacional, benefício recíproco, sem ingerência em assuntos internos e com pleno respeito pela nossa independência”, acrescentou.
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