PremiumDeco alerta para dificuldades das famílias na literacia financeira

Os dados da Deco indicam que as famílias que pedem ajuda à associação possuem em média cinco créditos, e que as taxas de esforço na Madeira ultrapassam os 70%.

A coordenadora do Gabinete de Proteção Financeira (GPF) da DECO, Natália Nunes, constata aquilo que a experiência do quotidiano lhe transmite: as competências de literacia financeira estão muito aquém do desejado. A associação de defesa do consumidor, nos seus dados referentes a setembro, alerta que na Madeira existe uma média de cinco créditos e que, nesse mês, foram registados 28 pedidos de intervenção das famílias, sendo que o desemprego foi a causa de rutura financeira do orçamento em 33% das situações, e 20% foi devido à deterioração das condições laborais.

“As pessoas continuam a não fazer o seu orçamento familiar e, em bom rigor, é o melhor instrumento que têm para gerir o dinheiro, sendo que este é um instrumento associado à literacia financeira. Chegámos à conclusão que o orçamento é um exercício mental. Em vez de se pegar numa folha e de contabilizar as receitas e despesas, fazem-se contas de cabeça”, alerta Natália Nunes.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor. Edição do Económico Madeira de 6 de dezembro.

Recomendadas

Portugueses vão ser reembolsados de parte do IVA em novas compras em restaurantes ou hotéis

Em causa está um novo programa de apoio à procura para os setores do turismo e restauração, que constará na proposta de Orçamento do Estado para 2021, segundo o primeiro-ministro.

“Alexa, quando é o Prime Day?”: Evento anual de descontos da Amazon começa a 13 de outubro

A empresa de ‘e-commerce’ anunciou esta segunda-feira que contará com “a maior promoção de pequenas empresas de todos os tempos” no seu evento de compras que este ano sofreu um adiamento de três meses devido à pandemia.

Dívidas de IRS até cinco mil podem ser pagas em prestações

A medida simplifica e amplia as possibilidades de pagamento voluntário e pretende ser mais um meio para evitar que uma dívida avance para processo executivo, situação que implica sempre custos acrescidos em coimas e custas.
Comentários