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Deve “a economia do ano” alterar as leis do trabalho?

Portugal foi distinguido pela ‘The Economist’ como a economia do ano, mas tal não afastou o Governo de avançar com reforma laboral. Fica a questão: será este o timing certo para as alterações?
14 Dezembro 2025, 08h30

Doce como um pastel de nata”. Foi desta forma que a revista britânica The Economist resumiu a prestação económica de Portugal em 2025, que elegeu como a melhor do ano entre os 36 países mais ricos do mundo. Portugal “conseguiu combinar um forte crescimento do PIB, baixa inflação e um mercado de ações em alta”, justificou a publicação.

A distinção internacional deu motivos ao Governo para sorrir, sobretudo em semana de greve geral – é uma “justa aclamação do trabalho dos portugueses”, disse o primeiro-ministro – , e reforçou o argumento usado para justificar as alterações à legislação laboral. As mudanças, tem sustentado Luís Montenegro, devem ser feitas em momentos de estabilidade política, económica e financeira, e não “quando o país está à rasca”.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui a versão completa. Edição do Jornal Económico de 12 de dezembro.


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