PremiumEconomia regional começa a ver luz ao fundo do túnel

Governantes madeirenses contam com retoma no segundo semestre deste ano, e desaceleração da quebra do indicador regional de atividade económica justifica algum otimismo. No entanto, o impacto da crise no sector do turismo pode complicar as contas.

A atividade económica na Madeira caiu pelo sétimo mês consecutivo. Em setembro a quebra atingiu os 3,9%, de acordo com os dados da Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM), mas o ritmo foi menos significativo, depois das descidas de 8,9%, 9,8%, e 6,9%, registadas em maio, junho e julho.

Apesar de ser o sétimo mês de quebra na atividade económica da região prevalece um ligeiro otimismo, ou pelo menos a esperança de que a economia regional “já bateu no fundo”, e agora inicia a ansiada recuperação.

Os dados da DREM indicam que a quebra começou em março, com uma descida de 0,1%. Com o evoluir da pandemia, e as diversas normas de restrições, a que se juntou um confinamento, a atividade económica na região entrou uma espiral de quebra.

O primeiro efeito mais devastador veio em abril, com uma quebra de 4,9%. Contudo, o impacto mais forte foi sentido em maio e junho, com descidas de 8,9% e de 9,8%, as mais significativas desde março de 2006, quando se começou a medir o Indicador de atividade económica.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor. Edição do Económico Madeira de 8 de janeiro.

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