PremiumEmigrantes lesados dos BES pedem reunião urgente com Governo para desbloquear garantia estatal

Em entrevista ao Jornal Económico, os presidentes de duas associações de lesados do BES Madeira e da Banque Privée revelam que já entregaram ao Governo o plano de recuperação de créditos.

Os lesados emigrantes das sucursais exteriores do Banco Espírito Santo (BES) endereçaram na semana passada ao primeiro-ministro, António Costa, um pedido de reunião com caráter de urgência para desbloquearem o impasse em que se encontra a recuperação dos créditos perdidos depois de terem investido em produtos financeiros nas sucursais exteriores do banco. “Enviámos uma carta no dia 18 de janeiro a solicitar uma reunião com carácter de urgência e solicitámos encarecidamente que alguém que represente o primeiro ministro nos possa receber”, diz ao Jornal Económico, Carlos Cardoso, presidente da Associação de Defesa dos Clientes Bancários (ABESD), adiantando que “ainda não obtivemos resposta”.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Maiores bancos fecham primeiro semestre com menos 240 agências e 1.474 trabalhadores

Os cinco maiores bancos a operar em Portugal perderam 240 agências e 1.474 trabalhadores entre o primeiro semestre de 2020 e o mesmo período deste ano, segundo contas da Lusa com base nos dados divulgados pelas instituições.

Sete anos de resolução do BES: o que foi decidido?

O fim do Banco Espírito Santo foi decretado a 3 de agosto de 2014 por Carlos Costa, ex-Governador do Banco de Portugal. Conheça o que foi decidido nessa data em que o banco central colocou fim à instituição centenária fundada pela família Espírito Santo, considerada a última dinastia de banqueiros em Portugal.

Dos custos do Novo Banco às injeções de milhões. Sete anos depois, o que sobra da resolução do BES?

Os cálculos do Jornal Económico revelam que a capitalização do banco hoje liderado por António Ramalho somam 11.578 milhões de euros.
Comentários