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Empresas já estão a evitar o Estreito de Ormuz

Algumas das principais empresas petrolíferas e grandes empresas de comercialização suspenderam os embarques de petróleo bruto e combustível pelo Estreito de Ormuz.
Richard Carson/Reuters
28 Fevereiro 2026, 14h08

Algumas das principais empresas petrolíferas e grandes empresas de comercialização suspenderam os embarques de petróleo bruto e combustível pelo Estreito de Ormuz como consequência dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão e à retaliação de Teerão.

O estreito situa-se entre Omã e o Irão, ligando o Golfo Pérsico ao norte ao Golfo de Omã ao sul e ao Mar Arábico. Cerca de um quinto do consumo mundial de petróleo passa por este estreito. “Os nossos navios permanecerão atracados por vários dias”, disse um alto executivo de uma importante plataforma de operações, citado pela agência Reuters.

A missão marítima da UE, Eunavfor Aspides, aconselhou a indústria naval a permanecer vigilante e afirmou que ataques a navios não podem ser descartados após os ataques ao Irão. Em comunicado, a Aspides afirmou que fontes disseram que os houthis do Iémen ameaçaram lançar novos ataques contra navios israelitas e norte-americanos no Mar Vermelho e no Golfo de Aden, acrescentando que estava pronto para ajudar a proteger vidas no mar.


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