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Estados Unidos e Suíça preparam acordo para reduzir tarifas de 39%

A CNBC adianta que a tarifa entre Estados Unidos e Suíça pode ser reduzida para os 15%.
11 Novembro 2025, 12h11

Os Estados Unidos e a Suíça estão em vias de assinar um acordo para que sejam reduzidas as tarifas de 39% que foram impostos pela presidência norte-americana ao país europeu em agosto. A CNBC adianta que a tarifa pode ser reduzida para os 15%.

Na segunda-feira em declarações à comunicação social, transcritas pela CNBC, o Presidente norte-americano, Donald Trump, referiu que “não estabeleceu qualquer valor” para a redução da tarifa imposta à Suíça mas confirmou que “está a trabalhar em algo para ajudar” o país europeu.

Donald Trump adiantou que os Estados Unidos “atingiram com muita força” a Suíça mas também sublinhou que pretende que a Suíça “continue a ter sucesso”, referindo que o país europeu tem sido “um aliado muito bom”.

A CNBC adianta que a tarifa que os Estados Unidos aplicaram à Suíça pode ser reduzida dos 39% para os 15%.

Um porta-voz do ministério da Economia da Suíça disse à CNBC que “não iria comentar as discussões que estão em curso”, com as entidades norte-americanas, mas confirmou que o ministro da Economia, Guy Parmelin, “estava em contacto regular com as autoridades competentes dos Estados Unidos, incluindo a Representante do Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer”.

Estados Unidos e Suíça reuniram-se na semana passada para discutir acordo comercial

Na semana passada tinham existido um encontro entre representantes norte-americanos e suíços. O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, confirmou ainda, citado pela agência noticiosa Reuters, que existiram também encontro com representantes do México, da América Central e de outros países do Hemisfério Ocidental.

Jamieson Green disse num programa da Fox Business Network, que um possível acordo com a Suíça poderia impulsionar a indústria transformadora nos Estados Unidos. O responsável norte-americano disse ainda que as empresas suíças estavam “bastante interessadas” em investir em setores como o farmacêutico, o aeronáutico, o de peças aeronáuticas e até no da fundição de ouro.

Jamieson Green confirmou também a existência de “conversações próximas” com a Suíça, tendo adiantado também que se tinha reunido com uma delegação de empresas suíças, juntamente com Donal Trump.

Nesse grupo de empresas estavam a MSC, a Rolex, a Partners Group, a Mercuria, a Richemont, e a MKS.


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