Apesar de ter escapado, por enquanto, às tarifas recíprocas dos EUA, o México continua na mira de Washington, que ameaça o país vizinho com barreiras à entrada das suas exportações. Neste contexto, e dado o acordo de comércio com a UE, a previsibilidade europeia e mercado interno tornam-se ainda mais apetecíveis para as empresas mexicanas, obrigadas a diversificar nos próximos anos, explica ao JE o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Mexicana (CCILM), Jorge Alberto Yarte-Sada.
Como recebeu o anúncio de quarta-feira do presidente Trump?
Os países que já tem acordos comerciais vão ter de potenciar as suas existentes alianças e acordos comerciais. Os EUA são, infelizmente e neste momento, um país imprevisível que deixou de ser fiável e congruente por enquanto. Desta vez, as empresas mexicanas vão ter de diversificar os seus mercados porque os EUA deixarão de ser um mercado prioritário.
O México será um destino muito importante para a UE considerando o facto de ser um dinâmico mercado de mais de 130 milhões de consumidores e pela sua abertura e acordos comerciais com outros mercados, como a Parceria Transpacífica (TPP) ou a Aliança do Pacífico (Chile, Colômbia, Costa Rica e Peru).
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