Facebook sofre a maior quebra da sua história. 2 mil milhões afetados. Instagram, Whatsapp e Messenger também estiveram em baixo

Além do Facebook, outros dos seus serviços também estiveram em baixo, como o programa de mensagens Messenger, ou a aplicação de partilha de imagens Instagram. A última vez que o Facebook tinha tido uma quebra desta magnitude foi em 2008, mas então tinha apenas 150 milhões de utilizadores.

O Facebook sofreu a maior quebra da sua história. A rede social esteve indisponível durante parte do dia de quarta-feira, afetando os seus 2,3 mil milhões de utilizadores em todo o mundo.

Além do Facebook, outros dos seus serviços também estiveram em baixo, como o programa de mensagens Messenger, a aplicação de partilha de imagens ou a plataforma de mensagens Whatsapp.

Esta quinta-feira as aplicações estão a voltar à normalidade. O Instagram anunciou mesmo no Twitter que já estava novamente em linha.

“Estamos conscientes que algumas pessoas estão a ter problemas a aceder ao Facebook ou à sua família de aplicações. Estamos a trabalhar para resolver este assunto o mais rapidamente possível”, disse a rede social em comunicado, citado pela BBC esta quinta-feira, 13 de Março.

A rede social não adiantou as causas para esta quebra, mas garantiu não se tratar de um ciberataque.

A última vez que o Facebook tinha tido uma quebra desta magnitude foi em 2008, quando a rede social tinha apenas 150 milhões de utilizadores, um número muito abaixo dos atuais 2,3 mil milhões de utilizadores.

 

Ler mais
Recomendadas

Pensão de Horta-Osório gera polémica interna no Lloyds

O gestor português é acusado de ter benefícios muito acima do que a instituição pratica para a generalidade dos seus funcionários. A polémica pode ‘resvalar’ para a assembleia geral de maio próximo.

Standard & Poor’s volta a subir rating do Banco BPI

Agência destaca a sólida posição do BPI no negócio de banca comercial em Portugal e uma qualidade dos ativos melhor do que os competidores domésticos.

Deutsche Bank terá emprestado 2 mil milhões de dólares a Donald Trump durante 20 anos

Antes de ser eleito, foram concedidos pelo banco alemão empréstimos no valor 2 mil milhões de dólares a Donald Trump. O relatório do ”New York Times” avança que estas cedências foram feitas num espaço de duas décadas.
Comentários