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Fogo em Arganil continua a concentrar atenções da Proteção Civil

No total, havia esta manhã 27 incêndios que mobilizavam 2.275 operacionais, 755 meios terrestres e seis meios aéreos.
23 Agosto 2025, 10h11

Cerca de 1.470 operacionais continuavam este sábado de manhã envolvidos no combate ao incêndio em Arganil, no distrito de Coimbra, com a ajuda de mais de 500 meios terrestres, segundo a Proteção Civil.

O incêndio, que começou no dia 13, foi o que mobilizou mais operacionais e meios durante a noite, e continuava a ser a ocorrência mais significativa registada pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

A maioria dos fogos estava em fase de resolução ou de conclusão.

O Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA) manteve este sábado o risco de incêndio “máximo”, “muito elevado” ou “elevado” em muitos concelhos do interior norte e centro, bem como do Algarve.

O IPMA prevê para este sábado céu limpo ou pouco nublado, com mais nebulosidade e formação de neblina ou nevoeiro no litoral oeste, bem como uma pequena subida de temperatura no interior.

Castelo Branco deverá registar a temperatura mais elevada, com 37 graus Celsius, seguido de Évora, com 36º, e Beja, com 35º.

Portugal continental tem sido afetado por múltiplos incêndios rurais de grande dimensão desde julho, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

Os fogos provocaram três mortos, incluindo um bombeiro, e vários feridos, alguns com gravidade, e destruíram total ou parcialmente casas de primeira e segunda habitação, bem como explorações agrícolas e pecuárias e área florestal.

Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, ao abrigo do qual recebeu cinco meios aéreos para ajudar a combater os incêndios.

Segundo dados oficiais provisórios, até 21 de agosto arderam 234 mil hectares no país, mais de 53 mil dos quais só no incêndio que teve início em Arganil.

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