Forças Armadas com metade dos recrutas necessários

De acordo com os dados da Força Aérea, da Marinha e do Exército, apenas 3906 recrutas foram integrados nas forças de combate e defesa portuguesas, metade daqueles que são necessários.

No ano passado, a Marinha não chegou a preencher metade das vagas que tinha disponíveis e, no caso da Força Aérea, apenas três quartos dos lugares ficaram ocupados, segundo os números oficiais das Forças Armadas portuguesas.

O número de candidatos às Forças Armadas está a diminuir, conforme confirmou o “Jornal de Notícias” na edição desta segunda-feira, mas ao que Ministério da Defesa indica a diminuição de candidatos não terá implicações nas operações em curso. Ao que o diário apurou, em causa está o facto de vários contratos não serem renovados.

Entre 2011 e 2014, fruto dos cortes no período de intervenção da troika, diversos militares viram os seus dias nas forças de combate e defesa terminados, aquando do termo do contrato que haviam assinado. Confrontado com esta situação, o Ministério da Defesa admite a introdução de contratos até 18 anos. O objetivo da equipa de José Alberto Azeredo Lopes é evitar a precariedade dos jovens militares das Forças Armadas portugueses. A medida vai ser proposta ao Governo.

 

Recomendadas

Certificado digital e de recuperação: Sabia que tem de renovar ao fim de 180 dias? (com áudio)

Segundo o portal do Serviço Nacional de Saúde, quem foi vacinado há mais de seis meses têm que renovar o certificado digital para que seja válido.

Bolsonaro antecipa fraude eleitoral e Tunísia a caminho da ditadura. Veja “A Arte da Guerra” com Francisco Seixas da Costa

Acompanhe o programa “A Arte da Guerra” na plataforma multimédia JE TV, através do site e das redes sociais do Jornal Económico.

OMS pede moratória sobre doses de reforço das vacinas

O médico etíope tem frequentemente alertado para a falta de equidade na distribuição e administração de vacinas contra a covid-19, prejudicando os países mais pobres, sobretudo africanos.
Comentários