O Turismo do Algarve estima que a realização dos dois grandes prémios de Fórmula 1 vão gerar um impacto económico de 300 milhões de euros. “Acredito em 150 milhões de euros por Grande Prémio, o que demonstra bem a capacidade de uma região se mobilizar e dinamizar um evento como a Fórmula 1 em 2027 e 2028 no Autódromo Internacional do Algarve”, diz ao JE, André Gomes, presidente do Turismo do Algarve.
André Gomes acredita que as receitas dos dois grandes prémios em 2027 e 2028 vão “ser largamente superiores” aos 100 milhões de euros de 2020, quando Portimão recebeu a prova em plena pandemia. “Há toda uma economia regional que vai ter um ganho potencial que também se reflete naquilo que é a economia nacional”, afirma.
O presidente do Turismo do Algarve relembra que o desempenho da atividade per si na região é responsável por cerca de 30% dos proveitos gerados ao nível da atividade do turismo a nível nacional e que com a realização deste evento, as empresas da região “vão ter uma oportunidade de participar ativamente através da prestação e fornecimento de serviços”.
O desporto é de resto um dos grandes motores económicos da região. Este ano os impactos diretos, da Volta ao Algarve em bicicleta foram cerca de 30 milhões de euros.
“No Moto GP, cuja expetativa era a geração de cerca de 80 milhões de euros de impactos diretos na região e no país, tendo em conta aquilo que é o estudo preliminar que já recebemos, gerou próximo dos 100 milhões de euros. Vemos bem aquilo que é o potencial e a capacidade que estes grandes eventos têm de dinamizar toda uma economia regional e nacional, como esperamos vir a acontecer em 2027 e 2028”, sublinha.
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