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Fortia, Moeve e ZUG Power passam a integrar a ACEMEL

A ACEMEL diz que este reforço é o “reconhecimento do trabalho desenvolvido pela associação nos últimos anos na defesa das prioridades dos comercializadores de energia e em articulação próxima com os restantes interlocutores do setor”.
29 Agosto 2025, 14h14

A ACEMEL, Associação dos Comercializadores de Energia no Mercado Liberalizado atingiu os 22 associados com a adesão de mais três empresas.

A Associação dos Comercializadores de Energia no Mercado Liberalizado passou a integrar a Fortia, a Moeve e a ZUG Power.

A ACEMEL diz que este reforço é o “reconhecimento do trabalho desenvolvido pela associação nos últimos anos na defesa das prioridades dos comercializadores de energia e em articulação próxima com os restantes interlocutores do setor”.

“Este crescimento torna a associação mais forte na defesa dos interesses e das prioridades dos comercializadores e na criação de soluções inovadoras para os consumidores”, diz a ACEMEL em comunicado.

Neste momento, já mais de 60% das empresas comercializadoras em Portugal integram a associação, e este crescimento reflete-se no volume de energia transacionado, que aumentou trinta e cinco por cento.

“Esta evolução é também visível na quota de mercado das empresas associadas da ACEMEL, que atualmente representam 15% do mercado, ou seja, 6TWh”, anuncia a associação.

João Nuno Serra, Presidente da ACEMEL, diz que “queremos continuar a atrair as empresas mais dinâmicas para a associação, reforçando o nosso papel fundamental enquanto interlocutor da regulação e das demais entidades do sistema energético nacional, por forma a darmos um contributo efetivo para o sucesso da transição energética em curso no nosso País.”

Para João Nuno Serra, “a entrada destes novos associados é também uma responsabilidade maior, perante os clientes que todos representamos, de continuarmos a pugnar por um sistema mais eficiente e que contribua para uma maior competitividade das empresas nacionais, e para preços e ofertas mais competitivas para clientes domésticos”.

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