Fundação da Juventude quer encontrar novos cientistas e tem 25 mil euros para dar aos melhores

Este ano, os cinco melhores projetos ganham, cada um, cinco mil euros, e ficam automaticamente selecionados para entrar em «nove dos dos mais importantes eventos europeus e mundiais de ciência».

ThisisEngineering RAEng/Unsplash

Está em marcha a 29.ª edição do Concurso Nacional para Jovens Cientistas da Fundação da Juventude. Este ano, os cinco melhores projetos ganham, cada um, cinco mil euros, e ficam automaticamente selecionados para entrar em «nove dos dos mais importantes eventos europeus e mundiais de ciência».

As candidaturas estão abertas até 28 de junho, para alunos do ensino básico, secundário e primeiro ano do ensino superior, com idades entre os 15 e 20 anos.

Cada escola pode apresentar um máximo de dez projetos, no âmbito de doze disciplinas: Biologia, Ciências da Terra, Ciências do Ambiente, Ciências Médicas, Ciências Sociais, Economia, Engenharias, Física, Informática/Ciências da Computação, Matemática, Química e Bioeconomia.

O Concurso Nacional para Jovens Cientistas da Fundação da Juventude culmina com a 15.ª Mostra Nacional de Ciência que acontece no final de setembro. Segundo a organização, o formato depende da evolução da pandemia: virtual ou híbrido.

PCGuia
Recomendadas

Abandono no ensino superior aumentou em 2019/20 contrariando tendência anterior

Das licenciaturas aos mestrados integrados, incluindo também os cursos técnicos superiores profissionais (CTeSP), a percentagem de estudantes que já não estavam no sistema de ensino superior um ano após iniciarem o curso aumentou ligeiramente e de forma transversal no ano letivo 2019/2020, em instituições públicas e privadas.

NOS tem 30 vagas para estágios remunerados nas áreas de tecnologia e gestão

O programa terá a duração de um ano com data prevista de arranque já em outro. O NOS Alfa regista uma taxa de conversão positiva de cerca de 80% e é uma fonte de contratação com um peso significativo na NOS, diz a operadora.

Tribunal de Contas: “A autorização para a aquisição de meios digitais para as escolas foi tardia”

Uma auditoria do Tribunal de Contas critica a decisão política tardia para a aquisição de 386 milhões de euros em meios digitais. Aconteceu “no final do ano letivo 2019/20, e condicionada à aprovação de fundos comunitários”. Consequência? “Os meios só começaram a chegar aos alunos no ano letivo 2020/21”.
Comentários