Galp produz mais 21% de petróleo no terceiro trimestre

Angola registou um aumento da produção de 72%. A venda de produtos refinados caiu 13%, impactada com a paragem para manutenção da refinaria de Sines.

A Galp fechou o terceiro trimestre com um crescimento de 21% na produção de petróleo para um total de 125 mil barris diários. A maioria desta produção (87%) corresponde a petróleo com o restante a corresponder a gás natural.

O Brasil foi o responsável pela maioria da produção da Galp (88%) com 111 mil barris produzidos, mais 17% face a período homólogo.

Já Angola é responsável pela restante produção (12%), registando um aumento de 72% face a período homólogo para 12,7 mil barris diários.

Em termos de matérias primas processadas, a Galp processou menos 26% de matérias no terceiro trimestre, devido a “operações de manutenção planeadas na refinaria de Sines, sobretudo focadas na unidade de destilação atmosférica, tendo sido também implementados projetos de eficiência energética em unidades chave desta refinaria no âmbito das iniciativas “+$1/boe”.

A empresa também destaca que em setembro “verificaram-se restrições operacionais que resultaram na menor utilização das unidades de conversão da refinaria de Sines”.

Como consequência, a venda de produtos refinados caiu 13%, com a venda a clientes diretos a descer 2%.

Já as vendas de gás natural/gás natural liquefeito recuaram 11%, enquanto as vendas a clientes diretos desceram 6%.

A divulgação de resultados do terceiro trimestre vai ter lugar no dia 22 de outubro antes da abertura da bolas de Lisboa.

Ler mais
Recomendadas

SpaceX envia recorde de 143 satélites num único foguete que leva também cinzas humanas

A SpaceX enviou hoje um recorde de 143 satélites num único foguete, como parte do novo programa de carga partilhada entre empresas a um custo mais baixo, entre elas a funerária Celestis, que mandou cápsulas de cinzas humanas.

PremiumGrupo Mota-Engil tem em ‘pipeline’ contratos de quatro mil milhões de euros

Mais uma vez, o concurso de maior dimensão financeira pode vir da Nigéria, para a construção de uma ponte na capital, no valor de 1,9 mil milhões de euros.

PremiumDireitos televisivos: centralizar dá mais dinheiro e competitividade

Decreto-lei avança nas próximas semanas e dá o ‘pontapé de saída’ para a Liga portuguesa ficar na rota das melhores práticas europeias. Advogado Luís Cassiano Neves diz que as vantagens e desvantagens vão depender do ambiente económico que se irá viver na época 2028/29.
Comentários