Gasolina está mais barata na Madeira

A gasolina passa dos 1,380 para os 1,369 euros por litro, e o gasóleo manteve-se nos 1,166 euros por litro.

O preço máximo da gasolina, na Madeira, está mais barato, desde a passada segunda-feira, conforme determinado por despacho do executivo regional.

A gasolina passa dos 1,380 para os 1,369 euros por litro, depois de na semana anterior ter mantido o preço. O gasóleo fica a 1,166 euros por litro, mantendo o mesmo preço da semana anterior, depois de seis semanas de subidas.

O gasóleo marcado e colorido mantém os 0,664 euros por litro registado na semana anterior.

Por volta desta altura no ano passado a gasolina estava a 1,476 euros por litro, o gasóleo a 1,285 euros por litro, e o gasóleo marcado e colorido a 0,808 euros por litro.

Recomendadas

Deco alerta para “abusos” na cobrança da taxa de entrega de garrafas de gás

Pela segunda vez, em menos de um ano, o Governo volta a fixar preços máximos para o gás engarrafado, mas “há que ter atenção a abusos na cobrança da taxa de entrega”, alerta a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco). Associação revela que alguns distribuidores passaram a cobrar montantes superiores a quatro euros para entregar as garrafas em casa dos consumidores confinados.

Saiba que seguros deve contratar num crédito à habitação

Para além do seguro vida, existe ainda outro seguro exigido pelos bancos. Referimo-nos ao seguro multirrisco, que visa, sobretudo, contratar a proteção da casa. Este tipo de seguro apresenta cobertura contra incêndios e fenómenos sísmicos. Também neste caso, o consumidor pode contratar noutra instituição que não a do banco onde conseguiu o crédito habitação.

Supermercados impedidos de vender livros, roupa ou brinquedos a partir de hoje

Este tipo de produtos pode ser vendido através de comércio eletrónico com entrega ao domicílio, ou pelos estabelecimentos que mantenham as portas fechadas, mas que vendam ao postigo ou através de sistemas tipo ‘click and collect’. A CIP já veio a público criticar esta decisão por considerar que “vem causar maiores danos económicos às empresas portuguesas”.
Comentários