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Governo da Madeira considera medicina nuclear “especialmente carenciada”

O diploma apresentado em agosto de 2018 indicou que o Governo Regional da Madeira pretende fixar médicos no SESARAM por três anos com um incentivo remuneratório equivalente a 40% da remuneração base das respetivas carreiras, além de outras regalias.
29 Maio 2019, 15h52

O Governo da Região Autónoma da Madeira identificou a Medicina Nuclear, do Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira (SESARAM), “como especialidade especialmente carenciada” devido à falta de médicos, revela um despacho hoje publicado no Jornal Oficial.

“O Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira depara-se atualmente com uma grave carência de Médicos na Especialidade Médica de Medicina Nuclear”, lê-se no despacho.

Nesse sentido, o Governo da Madeira considerou que estão reunidas as condições previstas num diploma apresentado em agosto de 2018, que “estabelece os termos e as condições de atribuição de incentivos aos trabalhadores médicos a contratar pelo SESARAM em especialidades consideradas especialmente carenciadas”.

Assim, no despacho hoje publicado, o executivo defende a atribuição “aos trabalhadores médicos da especialidade de Medicina Nuclear a contratar, os incentivos de natureza pecuniária e não pecuniária previstos no diploma atrás mencionado”.

O diploma apresentado em agosto de 2018 indicou que o Governo Regional da Madeira pretende fixar médicos no SESARAM por três anos com um incentivo remuneratório equivalente a 40% da remuneração base das respetivas carreiras, além de outras regalias.

Esse valor pecuniário do incentivo “é fixado em 40% da remuneração base correspondente à primeira posição remuneratória da categoria de assistente, da carreira especial médica ou da carreira médica, a pagar 12 meses por ano”, sendo este incentivo “atribuído pelo período de três anos após a celebração do contrato de trabalho”.

O despacho hoje publicado produz efeitos a partir de 1 de junho de 2019.

De acordo com fonte da Secretaria Regional da Saúde, esta iniciativa “tem apenas como objetivo fixar, nos próximos anos, um médico especialista nesta área” da medicina nuclear.

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