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Incêndios: Montenegro remete avaliação para mais tarde mas está disponível para escrutínio

Em declarações aos jornalistas após ter assistido ao ‘briefing’ e estado reunido com o comando da Proteção Civil, em Carnaxide, Luís Montenegro foi questionado se se arrepende de não ter acionado o Mecanismo Europeu de Proteção Civil mais cedo.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro durante uma visita à empresa ATEP Amkor Techonology Portugal, em Vila do Conde, 13 de janeiro de 2025. JOSÉ COELHO/LUSA
18 Agosto 2025, 14h27

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, remeteu hoje uma avaliação sobre o ‘timing’ de acionamento do Mecanismo Europeu de Proteção Civil para mais tarde, mas manifestou-se disponível para ser escrutinado e para responder perante o país e o parlamento.

Em declarações aos jornalistas após ter assistido ao ‘briefing’ e estado reunido com o comando da Proteção Civil, em Carnaxide, Luís Montenegro foi questionado se se arrepende de não ter acionado o Mecanismo Europeu de Proteção Civil mais cedo.

Na resposta, o primeiro-ministro salientou que esse mecanismo tem “regras de funcionamento” e o Governo seguiu, do ponto de vista operacional, “as indicações que foram dadas de conciliação entre o dispositivo de meios aéreos” nacional e a necessidade de o poder reforçar.

“Nós seguimos aqueles que são os critérios técnicos e operacionais. Verificaremos no final se isso teve o enquadramento devido – a minha expectativa é que sim –, mas nós seremos escrutinados como é normal numa democracia”, frisou.

Luís Montenegro garantiu que irá responder “perante os portugueses, perante a Assembleia da República” e fá-lo-á “com frontalidade, com honestidade e com sentido de responsabilidade”.

“Este é um combate do país, nós estamos em guerra e temos de vencer esta guerra”, disse.

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