A taxa de inflação em Angola desacelerou para 14,56% em janeiro, recuando 11,92 pontos percentuais (p.p.) em termos homólogos e 1,13 p.p. face a dezembro.
A atualização mais recente do Índice de Preços no Consumidor Nacional do Instituto Nacional de Estatística (INE) angolano vem confirmar a tendência consistente de queda dos preços.
Por classe de despesas, a dos “Transportes” registou o maior aumento em termos homólogos com uma variação de 19,07%, seguida da “Habitação, água, eletricidade e combustíveis” (16,60%), da “Saúde” (15,92%) e da “Alimentação e bebidas não alcoólicas” (14,89%).
Passando à contribuição por classe, a da “Alimentação e bebidas não alcoólicas” foi a que mais pesou na subida do nível geral de preços (9,04 p.p) em janeiro, acompanhada na tabela, por ordem decrescente, pela dos “bens e serviços diversos” (1,01 p.p), “Transporte” (0,94 p.p.) e “Saúde” (0,68 p.p).
Discriminando por província, Huambo registou a menor variação (12,57%), seguida do Zaire (12,93%), Cuando Cubango (13,11%). Em Luanda foi observada uma variação homóloga de 13,35%. Em contracorrente, Cabinda (23,12%), Luanda Sul (16,93%) e Bié (16,42%) apresentaram a maior variação, segundo a nota estatística datada de 7 de fevereiro.
Inflação em Angola desacelerou para 15,70% em 2025
A inflação homóloga fixou-se em 15,70% em dezembro do ano passado, uma desaceleração de 11,80 pontos percentuais face ao mesmo mês de 2024, quando os preços subiam 27,50%.
De acordo com o governador do Banco Nacional de Angola (BNA), contribuíram para a queda da inflação, a estabilidade cambial, o aumento da oferta de bens da economia e o controlo dos instrumentos de pagamento, particularmente os meios de pagamentos em moeda nacional, em 2025.
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