Inflação na zona euro em agosto manteve-se estável

Entre os bens que entram no cabaz que serve cálculo à taxa de inflação, o Eurostat prevê que em agosto a maior subida tenha sido verificada nas bebidas alcoólicas e tabaco, que alcançou os 2,1%, um aumento de dois pontos base.

A taxa de inflação da zona euro em agosto fixou-se nos 1%, mantendo-se estável em relação ao mês de julho, segundo a estimativa rápida divulgada pelo Eurostat, esta sexta-feira.

Entre os bens que entram no cabaz que serve cálculo à taxa de inflação, o Eurostat prevê que em agosto a maior subida tenha sido verificada nas bebidas alcoólicas e tabaco, que alcançou os 2,1%, um aumento de dois pontos base.

Os preços dos serviços subiram 1,3% enquanto a energia caiu para -0,6%.

Fonte: Eurostat

A taxa de inflação tem sido uma preocupação para o Banco Central Europeu que tem sentido dificuldades em colocá-la próxima da meta definida, que é estabelecida em perto dos 2%.

 

 

Ler mais
Relacionadas

INE: Inflação sobe ligeiramente em agosto mas permanece negativa

A estimativa rápida do INE revelou que a taxa de inflação em agosto se fixou nos -0,1%, o que representa uma subida ligeira face ao mês anterior. A subida dos preços na restauração e hotelaria sustentaram esta evolução.
Recomendadas

Sonae SGPS e BCP impulsionam PSI 20 no fecho da sessão

Praça lisboeta fechou a sessão desta quinta-feira com uma subida de 0,96% para 5.093,92 pontos, seguindo a tendências das suas congéneres europeias.

Recompra de ações da Microsoft entusiasma Wall Street

No início da sessão, desta quinta-feira, o S&P 500 cresce 1,10%, para 2.919,80 pontos, o tecnológico Nasdaq valoriza 1,42%, para 7.968,83 pontos e o industrial Dow Jones sobe 1,15%, para 26.335,93 pontos.

Banco de Inglaterra diz que alterações futuras às taxas de juro dependem do tipo de Brexit

O Banco de Inglaterra manteve a taxa de juro inalterada em 0,75% e faz depender as mexidas na forma como o Brexit vier a ocorrer. No caso de um Brexit duro, o banco central admite que a taxa de juro vai “provavelmente descer”. Mas, no caso de uma saída da União Europeia ordenada, poderá aumentar as taxas de juro “a um ritmo gradual e até a um determinado limite”.
Comentários