Quatro dos seis soldados norte-americanos mortos desde o início da guerra no Médio Oriente foram identificados, anunciou hoje o Departamento de Defesa, especificando que morreram no primeiro dia da ofensiva conjunta EUA-Israel.
“O capitão Cody Khork, de 35 anos, o sargento Noah Tietjens, de 42 anos, a sargento Nicole Amor, de 39 anos, e o sargento Declan Coady, de 20 anos, morreram no dia 01 de março de 2026, em Port Shuaiba, no Kuwait, durante um ataque com um drone”, refere o Departamento em comunicado.
Segundo a nota, todos eram reservistas destacados para o Kuwait e estavam afetos ao 103.º Comando de Apoio, com sede em Des Moines, no estado norte-americano do Iowa.
A comunicação social norte-americana publicou hoje fotografias dos quatro soldados, as primeiras baixas norte-americanas da operação militar iniciada no sábado pelos ataques conjuntos EUA-Israel contra o Irão.
Desde então, Teerão tem retaliado lançando mísseis e drones contra Israel e bases americanas nos países vizinhos.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para “eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano”, e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa “eliminar ameaças iminentes” do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma “ameaça existencial”.
Segundo o Crescente Vermelho iraniano, os ataques de Israel e dos Estados Unidos já fizeram 787 mortos desde sábado. O Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de seis militares norte-americanos.
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