O Irão prometeu demonstrar flexibilidade nas negociações indiretas com os Estados Unidos sobre a longa disputa nuclear, tentando assim aplacar a ira que a administração liderada por Donald Trump tem mostrado face ao lento andamento das rondas negociais e à rápida progressão do aparato militar na região. É cada vez mais evidente que um conflito na região – ou mais propriamente um ataque diretos dos Estados Unidos ao Irão – poderia desencadear um conflito generalizado no Médio oriente, de proporções difíceis de antecipar. Israel é um ‘candidato’ habitual a tomar parte em qualquer ataque ao Irão – mas não é a única potência regional a mostrar desconforto com a tensão crescente.
Conteúdo reservado a assinantes. Leia o artigo completo aqui. Edição do Jornal Económico de 27 de fevereiro.
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