Foi a pedalar que se definiu o momento desportivo mais assinalável para os portugueses no ano que agora finda. Iuri Leitão, ciclista de Viana do Castelo, entrou para a restrita galeria dos notáveis. Carlos Lopes já tinha juntado o ouro à prata: oito anos depois de conquistar a prata em Montreal (1976) conseguiu o ouro em Los Angeles (1984); Pedro Pichardo conquistou o ouro em Tóquio (2020) e a prata em Paris (2024). No entanto, o ciclista da equipa espanhola Caja Rural – Seguros (RGA), que pratica ciclismo em pista e de estrada, fez algo que nunca nenhum outro atleta português tinha feito: arrebatar duas medalhas na mesma edição dos Jogos Olímpicos em Paris: conquistou a prata na prova de omnium e o ouro no madison ao lado de Rui Oliveira. No global, Paris 2024 valeu quatro medalhas a Portugal: para além das mencionadas, destaque para a medalha de bronze conquistada pela judoca Patrícia Sampaio nos -78 kg.
O que Amorim dá, Amorim tira
No futebol, 2024 marcou o regresso do Sporting CP aos títulos de campeão nacional, uma conquista que colocou o treinador Ruben Amorim mais exposto ao interesse de grandes clubes europeus.
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