Lançada a 1 de Janeiro de 2026, a Lloyds Creative Arts pretende transformar o mercado global de arte através de um modelo digital que promete maior transparência, acesso aberto e autenticação rigorosa. Em apenas algumas semanas, a plataforma registou mais de 3.000 obras listadas, com um valor agregado superior a mil milhões de dólares, o equivalente a mais de 900 milhões de euros.
A plataforma foi fundada por Giuseppe Cassin, advogado especializado em entretenimento e artes criativas, que afirma ter desenvolvido o projecto após anos de frustração com o funcionamento tradicional do mercado de arte, marcado por elevadas comissões, acesso restrito e falta de transparência.
“Estamos a dar a todos os artistas, colecionadores e vendedores o mesmo acesso global que antes estava reservado a uma elite”, afirmou Giuseppe Cassin.
Leilão inaugural com mestres do modernismo indiano
O primeiro grande leilão online da plataforma teve início em meados de Janeiro e incluiu uma colecção de destaque composta por 30 mestres do Sudeste Asiático. Entre os artistas representados estão figuras centrais do modernismo indiano, como M.F. Husain, F.N. Souza, V.S. Gaitonde e Manjit Bawa, com estimativas de venda na ordem das dezenas de milhões de euros.
As obras apresentadas abrangem desde paisagens urbanas expressionistas a abstracções contemplativas e composições monumentais, atraindo o interesse de coleccionadores e instituições internacionais.
Modelo digital com autenticação reforçada
A Lloyds Creative Arts opera em parceria com a casa de leilões Lloyds Auctions e aposta num sistema de autenticação reforçado, permitindo que compradores recorram a peritos independentes para validar a autenticidade das obras. O modelo de leilão é totalmente online, com licitação em tempo real e acesso global, eliminando barreiras geográficas e sociais.
A empresa afirma que o seu objectivo é tornar o mercado de arte menos elitista e mais acessível, ao mesmo tempo que oferece segurança para transacções de elevado valor.
Interesse de investidores e ambição de unicórnio
O rápido crescimento da plataforma despertou o interesse de investidores e analistas do sector tecnológico e cultural. Segundo fontes próximas do projecto, a empresa poderá atingir uma avaliação superior a mil milhões de dólares, entrando no grupo restrito das startups tecnológicas avaliadas como “unicórnios”.
A plataforma continua a receber novas obras, artistas e coleccionadores diariamente, consolidando-se como um novo actor na intersecção entre tecnologia, cultura e mercado global de arte.
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