Todas as sociedades que integravam o PSI no primeiro semestre deste ano, tiveram resultados positivos mas oito baixaram os lucros (Altri, EDP, EDP Renováveis, Galp, Ibersol, NOS, Navigator e Semapa), conclui a análise da Maxyield.
O economista alertou na conferência do Jornal Económico e da EY que o equilíbrio das contas públicas “acabará por ser ilusório” e defende que o Orçamento “foi pensado para o curto prazo”.
O especialista da EY salienta o conjunto de medidas ambiciosas do lado fiscal por parte do Governo no setor da habitação, a dinamizar o mercado, aumentar a oferta e permitir acesso a habitação a preços moderados, vigente até ao final da legislatura em 2029.
O Country Tax Leader da EY explicou na conferência sobre o OE2026, organizada em conjunto pelo JE e EY, que o Executivo privilegia o equilíbrio das contas públicas, mas sinaliza falta de ambição na redução do peso dos impostos, nomeadamente para as empresas.
José Neves, responsável pelo cluster da Defesa, considerou, na conferência do JE e da EY, que os investimentos previstos no setor pelo OE2026 são essenciais e vinculam uma verdadeira alteração do paradigma. Mas há procedimentos que é preciso evitar para que os objetivos sejam atingidos.
Pedro Vicente, CEO da Overseas, não tem dúvidas que a decisão de baixar o IVA é construção é um passo essencial para a resolução do problema da falta de casas em Portugal. Mas espera que o Governa exija resultados. Revelação foi feita na conferência do JE e EY que debateu o Orçamento do Estado para 2026.
Deputado centrista não alinha no “pessimismo reinante” em relação à economia nacional e acentua que o país está a crescer “bem acima da média europeia” e ocupa uma “posição invejável do ponto de vista da consolidação das contas públicas e na redução da dívida pública”.
Deputado do CDS destacou a decisão “responsável” dos socialistas ao optarem pela viabilização do Orçamento do Estado para 2026, através da abstenção, e argumentou que se o Governo da AD cumprisse o programa do Chega, o país teria um défice de 15%.
Deputado Miguel Costa Matos lembra que não há nenhuma instituição, além do Governo, a prever um excedente orçamental, e que a Aliança Democrática o faz com base em “truques”, como por exemplo a quebra no investimento, a suborçamentação da saúde, os cortes de 400 milhões de apoios aos agricultores e e 1500 milhões nas politicas de combate às alterações climáticas.
“ISP é uma bandeira, a questão dos jovens e reforma do Estado também. Se conseguirmos que o Governo nos dê esta garantia, podemos viabilizar”, salientou Eduardo Teixeira, deputado do Chega (na conferência do JE e da EY), referindo que o partido vai esperar pela discussão na especialidade para tomar uma decisão de voto.
Jaime Rocha, partner de international tax and transaction services da EY defende que a descida do IRC acaba por “simbólica, mas importante”, enquanto Bruna Melo destaca o “choque fiscal” do programa ‘Construir Portugal”, nomeadamente o IVA a 6%. “Era a medida mais reclamada e aquela que pode ter um impacto mais significativo no setor”, afirma na conferência do JE e da EY.
Vereadores do PS em Lisboa, e Alexandra Leitão, consideram que conclusões do relatório sobre acidente são “graves”. Relatório do GPIAAF conclui que o cabo do Ascensor da Glória “não estava certificado” e denuncia falhas nos mecanismos internos da Carris. Empresa municipal rejeita algumas das conclusões mas confirma administração não deverá ser reconduzida.
A Allianz Trade publicou o seu mais recente relatório sobre a evolução das insolvências. Para Portugal, a estimativa é que se registe uma queda na casa dos 8%. O seu mais recente Relatório sobre Insolvências analisa o impacto que as recentes tarifas aplicadas pelos EUA e as mudanças no comércio mundial têm sobre as insolvências […]
Com as novas regras, os jovens de 17 anos poderão obter a carta de condução de automóveis ligeiros (categoria B), mas terão de conduzir acompanhados por um condutor experiente até atingirem 18 anos.
Mesmo com o apetite ao risco a manter-se baixo — apenas 12% das seguradoras planeiam aumentar a sua exposição geral ao risco de investimento em 2025 — as alocações nos mercados privados continuam a aumentar.
Companhia irlandesa critica os tempos de espera na fronteira no aeroporto de Lisboa, pedindo mais agentes e os portões eletrónicos a funcionar. Verão de 2026 causa preocupação para a Ryanair, se não forem tomadas medidas pelo Governo para reduzir tempos de espera. E dá um exemplo do dano que causa nas estadias de pouco dias. “Quem é que vai querer esperar três horas em Lisboa, quando é muito mais rápido em Madrid ou Barcelona?”.
Companhia mantém a sua decisão de anunciar a parceria até ao final deste ano e quer um parceiro que venha para acelerar o projeto. Garante que está a tenta novas geografias, mas que o grande foco são “novas oportunidades” no Brasil.
O JE avança em primeira mão que o histórico Edifício do Castelo que estava devoluto vai ser reabilitado para albergar a Escola de Formação de Executivos da Universidade do Minho, num investimento de nove milhões de euros. Anúncio do lançamento da “primeira telha” será feito esta sexta-feira, 23, na presença dos parceiros.
O candidato às eleições presidenciais no próximo dia 25 de outubro diz em entrevista ao JE, que a prioridade tem de ser devolver equilíbrio às contas, reduzir a dependência de receitas variáveis, e estabilizar o modelo de gestão. Sobre a centralização dos direitos televisivos, assume que o clube “tem de liderar o processo, mas não pode ser refém dele”.
Os resultados trimestrais têm sido acompanhados pelo shutdown norte-americano, sendo que ainda não existe uma data para este terminar. Esta paralisação vai entrar na quarta semana e já está a custar o salário a muitos trabalhadores.
A reunião plenária da Assembleia da República terá como ponto principal o debate preparatório para o Conselho Europeu, liderado por António Costa, e conta com a participação do primeiro-ministro, Luís Montenegro.
No horizonte 2030, a indústria que conta é cada vez menos “física” e cada vez mais “de conhecimento e criatividade”. Ganham as empresas que treinam pessoas, integram sistemas e desenham modelos de negócio além da peça e treinam a Criatividade.
A iniciativa Re-Store Portugal reúne ciência, experiência prática e sociedade civil, incluindo empresas, cidadãos e decisores políticos, e está plenamente alinhada com os compromissos europeus e globais. Não é apenas um plano ambiental. É um plano económico.